Justiça determina aumento das passagens de ônibus

Justiça determina aumento das passagens de ônibus

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A juíza Roseli Nalin, da 15ª Vara de Fazenda Pública, concedeu liminar nesta quarta-feira determinando que o município do Rio de Janeiro cumpra o contrato de concessão firmado com os quatro consórcios que operam as linhas de ônibus e reajuste o valor da tarifa dos ônibus municipais para R$ 3,60, no prazo de 10 dias, a partir da intimação. Atualmente o valor cobrado é R$ 3,40. Ainda cabe recurso.

A ação é movida pelos consórcios Internorte, Santa Cruz, Intersul e Transcarioca, solicitando reajustes nas tarifas referentes aos anos de 2017 e 2018. Oos consórcios reivindicaram que o valor da passagem dos ônibus fosse reajustado para R$ 4,00, já a partir de janeiro deste ano. Por sua vez, o município apresentou os cálculos da secretaria municipal de Transportes apontando o valor de R$ 3,60.

“Neste momento, entendo por acolher o valor apontado pelo Município, poder concedente, repise-se, sem prejuízo de outro valor que venha a ser fixado em decisão posterior. Observo que a tarifa reconhecida não está vinculada a determinado período (2017 ou 2018), sendo ela fixada de forma emergencial”, escreveu Roseli.

Fonte : Jornal Extra

Preço dos táxis convencionais do Rio aumentará a partir desta quarta-feira

Preço dos táxis convencionais do Rio aumentará a partir desta quarta-feira

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A tabela dos táxis convencionais da cidade do Rio vai ser reajustada a partir da próxima quarta-feira. O reajuste foi publicado no Diário Oficial do município. Com isso, a bandeirada passará de R$ 5,40 para R$ 5,50. Os taxistas vão usar uma tabela, que ficará à vista do passageiro, até a nova aferição do taxímetro.

Com o aumento, a bandeira 1 passará para R$ 2,50, das 6h às 21h, de segunda a sábado.

Já a tarifa da bandeira 2, custará R$ 3. Ela vale para as viagens noturnas, das 21h às 6h; de segunda a sábado, domingos, feriados e subidas íngremes (a qualquer horário).

De acordo com o texto, a tarifa do volume transportado nos táxis comuns, com dimensões de 60 centímetros na maior dimensão e 30 centímetros na menor ficará em R$ 2,50, desde que manuseado pelo motorista. Já a tarifa de hora parada ou de espera será de R$ 31,50.

Fonte : O Globo

Usuários do Bilhete Único fazem contas para reajuste anunciado no Rio de Janeiro

Usuários do Bilhete Único fazem contas para reajuste anunciado no Rio de Janeiro

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O pacote de medidas do governo, lançado na sexta-feira (5), prevê aumento de impostos e diminuição de benefícios.

Os trabalhadores que usam Bilhete Único, por exemplo começam a fazer as contas de como vai ficar a vida deles, se a Assembleia Legislativa (Alerj) aprovar as mudanças propostas pelo Governo do Rio de Janeiro.

Uma delas reajusta a tarifa de R$ 6,50 para R$ 7,50.

Um aumento de 15,68%, quase três vezes a inflação acumulada de janeiro a setembro, que foi de 5,51%.

Ou seja, antes, o valor de R$ 6,50 dava direito a duas passagens. Com a mudança, esse valor passará a ser R$ 7,50.

Como a medida, o governo do estado pretende economizar R$ 228 milhões. E quem vai pagar a conta é o patrão ou o empregado.

“Só piora, só piora, só piora”, reclamou uma usuária do transporte público.

A lei atual do Bilhete Único não permite um reajuste tão grande. Ela vai precisar ser modificada pela Alerj.

Se o preço das conduções que um passageiro pega soma, por exemplo, R$ 11,20, e ele usa um Bilhete Único intermunicipal, só vai pagar R$ 7,50.

A diferença, de R$ 3,70, é o estado quem paga. Ida e volta, são R$ 7,40 por dia. No mês todo, dá R$ 162,80. Mas se o estado só cobrir R$ 150, como prevê o teto incluído na medida, os outros R$ 12,80 vão ser pagos pelo usuário ou pelo empregador.

“A empresa não vai poder arcar. Aí vou ter que usar do meu”, argumentou mais um trabalhador com medo de ser afetado pelo reajuste.

Em outra medida polêmica, moradores de Paquetá e Ilha Grande, que hoje viajam de graça nas barcas, passarão a pagar R$ 2,80 de passagem.

O governo também quer o fim da integração van-van, que normalmente tem tarifa mais cara.

“Nós queremos continuar oferecendo o benefício. Não fazer nada significaria o risco de o Bilhete Único acabar e aí seria subsídio zero, seria auxílio zero e retornaríamos a 2009, onde de fato a distância do transporte era o fator de decisão da empregabilidade, que o Bilhete Único retirou esse fator de decisão e, agora sim, a gente tem um impacto nisso. Mas é o menor impacto possível para continuar tendo o benefício”, explica Rodrigo Vieira, secretário estadual de Transportes.

“Vai aumentar isso, vai aumentar aquilo outro. O custo é todo pros pequenos”, reclama o pintor Nelson Macedo da Silva.

Fonte : RJTV – Rede Globo de Televisão