Governo reduz a previsão de reajuste do salário mínimo de 2018

Governo reduz a previsão de reajuste do salário mínimo de 2018

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O governo reduziu a previsão de reajuste do salário mínimo do ano que vem. E, para fechar as contas, vai enviar ao Congresso um pacote com novas medidas de arrecadação e de corte de gastos.

As medidas já haviam sido anunciadas quando o governo constatou que não ia conseguir fechar as contas do ano que vem. Mas esperou até agora – depois de votar a denúncia contra o presidente Michel Temer – para enviar o pacote ao Congresso.

Para aumentar a arrecadação de 2018, o governo quer tributar fundos de investimentos fechados, reonerar a folha de pagamento de empresas de vários setores, aumentar a contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14% para quem recebe acima de R$ 5 mil.

Para cortar despesas, o governo vai adiar em um ano os reajustes dos funcionários públicos do executivo federal. Concursos públicos estão autorizados, mas só para preencher o mesmo número de cargos que ficarem vagos. E a projeção do salário mínimo de 2018 ficou mais baixa. Caiu de R$ 969 para R$ 965. Isso aconteceu porque a inflação, que é considerada no cálculo, está menor.
“A regra do salário mínimo prevê a correção pelo INPC do ano mais o PIB do ano anterior. Então, no caso, o PIB é negativo, ele conta como zero e, portanto, o salário mínimo é corrigido apenas pelo INPC.Como há redução da projeção do INPC de 3,5 para 3,1, a projeção do salário mínimo cai para R$ 965”, explicou o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira.

O governo também havia anunciado que outros R$ 5,1 bilhões viriam com a concessão do aeroporto de Congonhas para a iniciativa privada. Mas o governo desistiu do leilão de Congonhas para atender pedido de aliados antes da votação da denúncia. Por outro lado, ampliou a expectativa com a privatização da Eletrobras, de R$ 7,5 bilhões para R$ 12,2 bilhões.

Mas um número preocupa cada vez mais : o rombo da Previdência Social em 2018, que já se aproxima de R$ 200 bilhões.
“Evidente que é importante a aprovação da reforma da Previdência para que nós consigamos estabilizar a dívida em um nível inferior e, portanto, ter mantida a confiança no cumprimento das obrigações da União”, disse Dyogo de Oliveira.

Esse esforço todo é para conseguir cumprir a meta de 2018: fazer com que o rombo nas públicas não passe dos R$ 159 bilhões. Na tentativa para conseguir apoio no Congresso, o governo atendeu a um pedido de deputados governistas e cedeu, mais uma vez, no programa de refinanciamento de dívidas. O prazo para adesão foi prorrogado em 15 dias, e vai até 14 de novembro.

O Refis vai trazer para os cofres, ainda em 2017, cerca de R$ 7 bilhões. Bem menos que os R$ 13 bilhões previstos no texto original enviado ao Congresso. Um dinheiro que vai fazer falta para fechar as contas dentro da meta de 2017, que também é um rombo de R$ 159 bilhões.

Nesta segunda-feira (30), o Banco Central divulgou que esse rombo já está em R$ 100,8 bilhões.

Fonte : Jornal Nacional – Rede Globo de Televisão

Rio de Janeiro ainda tem 40 % das linhas de ônibus sem ar condicionado

Rio de Janeiro ainda tem 40 % das linhas de ônibus sem ar condicionado

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Se o Rio de Janeiro tem 43% de sua frota de ônibus convencionais refrigerada, sua chance de embarcar num “quentão” é de 57%, certo ? Errado. Se você, por exemplo, for passageiro do 366 (Campo Grande-Tiradentes), a possibilidade de você suar para fazer a viagem é de 100%. Isso porque a distribuição de coletivos climatizados é desigual na cidade. Enquanto algumas linhas têm toda a frota com ar, em outras, que representam 40,2% do total, não há sequer um carro climatizado.

Essa também é a realidade dos passageiros de outras 162 linhas, de um total de 405, de acordo com uma planilha da prefeitura atualizada em 23 de outubro.

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No site do EXTRA, você pode consultar a sua linha e a chance que tem de fazer uma viagem refrigerada de acordo com o percentual de ônibus climatizados.

O Consórcio Santa Cruz, que atende os moradores da Zona Oeste, é o que tem o maior número de linhas sem refrigeração : 51. Para os passageiros desses trajetos, às vezes longos, a viagem refrigerada é um sonho distante.
— Ônibus climatizado é um luxo que a gente desconhece aqui — reclamou Rosinei Seabra, de 55 anos, usuário da 366, linha expressa que percorre um trajeto de mais de 52 quilômetros.
Fábio de Jesus da Silva, de 60 anos, faz coro :
— Pelo jeito, ar-condicionado é coisa para rico. Aqui, nosso ar é o que vem da janela.

Também na linha 398, todos os 16 veículos são sem ar. A técnica de enfermagem Clarissa Lopez, de 39 anos, enfrenta uma hora e meia de viagem todos os dias entre Campo Grande, onde mora, e São Cristóvão, onde trabalha. Quando a temperatura sobe, conta ela, é comum os passageiros passarem mal.
— Tem gente que fica com pressão baixa e falta de ar, ainda mais quando o ônibus vai lotado — relatou.

Pela planilha, o consórcio com mais linhas totalmente refrigeradas é o Internorte : 51. Intersul e Santa Cruz têm 42 e Transcarioca, 35. Linhas de BRT e de frescão não foram consideradas pelo EXTRA.

Pela planilha da prefeitura, 170 linhas são totalmente climatizadas e outras 72 parcialmente refrigeradas. Mas, há passageiros de algumas delas que reclamam de nunca terem visto um ônibus com ar nas ruas, embora para a Secretaria municipal de Transportes eles existam.
— Nunca vi. Já nem sonho com ar-refrigerado. Se pelo menos o ônibus estiver funcionando direito, já fico satisfeita — afirmou Maria José Santos, de 49 anos, moradora da Vila Kennedy e usuária do 394 (Vila Kennedy-Tiradentes).

Essa linha deveria ter nove veículos climatizados de um total de 17, segundo a planilha. Na última quinta-feira, o EXTRA, esteve no ponto final dela, na Rua Dom Pedro I, no Centro, onde permaneceu das 16h10 às 18h40. Nesse período sete coletivos chegaram e partiram. Nenhum era refrigerado. Reclamação semelhante à da passageira da 394 é feita por usuários de linhas como a 497 (Penha-Cosme Velho), que deveria ter todos os 20 ônibus com ar, e da Troncal 2 (Jardim de Alah-Rodoviária), que, pela planilha, tem todos os seus 35 carros refrigerados.

Os consórcios se defendem informando que o critério de escolha das linhas que serão operadas com ônibus com ar condicionado, “como ocorreu nas determinações de troca de tecnologia das linhas Troncal 2 e 497 , é uma decisão unilateral da Prefeitura do Rio, com o objetivo de cumprir a meta de viagens com ar, sem levar em consideração a capacidade de investimento das empresas em ônibus climatizado”.

A Secretaria de Transportes diz que há linhas sem ar porque o processo de climatização é progressivo. E lembrou que o assunto ainda está na Justiça. A SMTR diz que existem 5.522 ônibus com ar e 3.070 sem, mas inclui na conta BRTs e frescões.
Os consórcios afirmam que o Rio tem a maior frota de ônibus com ar do país e que essa obrigatoriedade não é estipulada no contrato de concessão. Mas frisaram que são favoráveis à climatização, com definição de “cronograma realista” para a compra dos ônibus e fonte de recursos. Alegaram ainda que a a crise financeira, agravada pela defasagem da tarifa, afeta a capacidade de investimento.

Fonte : Jornal Extra

Estados Unidos estabelecem inspeções mais rígidas em embarques para o país

Estados Unidos estabelecem inspeções mais rígidas em embarques para o país

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Desde a última quinta-feira (26), passageiros do mundo inteiro vão ter que passar por inspeções mais rígidas antes de embarcar para os Estados Unidos.

É uma mudança que vai afetar 325 mil pessoas que viajam nos 2.100 voos que chegam todos os dias aos Estados Unidos.

E as novas regras valem para todos os passageiros, inclusive americanos, que estiverem viajando de qualquer lugar do mundo para cá.

Uma delas é a possibilidade de entrevistas de segurança antes do embarque, feitas por funcionários das companhias aéreas. A outra é o aumento da revista feita em aparelhos eletrônicos. Alguns passageiros podem ter que passar os celulares e laptops em um scanner de explosivos. A escolha de quem passa pela revista é feita pelo governo americano, com base na lista de passageiros.

As novas medidas foram anunciadas em junho e o governo deu 120 dias para as empresas aéreas se adaptarem. Nesta quinta, todas deveriam estar cumprindo as novas regras. Mas os voos que estão chegando aos Estados Unidos ainda estão longe de ter um padrão. Algumas companhias distribuindo formulários para os passageiros preencherem, outras estão fazendo as entrevistas verbais e algumas companhias informaram que continuam com a operação normal, e que receberam autorização para atrasar o início das novas exigências.

As empresas brasileiras que tem voos para os Estados Unidos também têm posições diferentes sobre as medidas.

A Latam informou que já tinha implementado as regras em julho e que, a partir desta quinta, mudam apenas procedimentos internos de limpeza dos aviões.

A Azul disse que já se adaptou às novas medidas, mas que não pode divulgar quais são por um pedido do próprio governo americano.

A Avianca informou que está no processo de implementação, treinando funcionários, mas que também não pode divulgar como vão ser as mudanças por questões de segurança.

Fonte : Jornal Nacional – Rede Globo de Televisão

 

 

Senado aprova urgência para lei que pode barrar Uber e apps

Senado aprova urgência para lei que pode barrar Uber e apps

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O Senado aprovou na última terça-feira o requerimento de urgência que regulamenta o uso de aplicativos de transporte privado de passageiros, serviço prestado por empresas como Uber, Cabify e 99. Segundo as empresas, o projeto pode inviabilizar a prestação desse tipo de serviço ao exigir do motorista de aplicativo as mesmas exigências impostas aos taxistas.

Em nota, a Uber afirma que não é contra a regulamentação, mas que o projeto não cria essa regulação. “[O projeto] traz uma proibição velada a todos os apps, pois cria um nível de burocracia tão alto para os motoristas parceiros que torna impossível que continuem servindo as pessoas do jeito que fazem hoje”, afirma a empresa.

Entre as exigências previstas pelo projeto está que os veículos tenham placas vermelhas, autoriza os municípios a proibirem a atividade e impede os motoristas de dirigir em cidades vizinhas. A proposta determina ainda que os os motoristas consigam uma autorização específica para exercer a função.

“A Uber lamenta que, mais uma vez, um grupo de senadores tenha ignorado o direito de escolha de mais de 17 milhões de usuários, além de negar uma oportunidade de renda aos milhares de motoristas parceiros”, diz a companhia em nota.

A 99 também é contrária à aprovação dessa proposta. Defendemos a coexistência de diferentes tipos de transporte e a liberdade de escolha do usuário. Não podemos colocar o Brasil na lanterna da inovação ao impedir a atuação de empresas de tecnologia que ajudaram milhares de brasileiros a ter transporte de qualidade”, afirma Matheus Moraes, diretor de comunicação e políticas da 99 .

Para rebater as críticas de que os aplicativos não pagam impostos, a Uber revelou hoje quanto pagou de tributos neste ano de 2017. A empresa informa que pagou até agora 495,6 milhões de reais em tributos, tanto federais (como PIS, Cofins e Imposto de Renda) quanto municipais (como o ISS e contribuições municipais devido a regulações locais).

Presente no Brasil desde 2014, a empresa realizou 530 milhões de viagens no país. Com esse número, São Paulo e Rio de Janeiro chegaram ao topo do ranking das maiores cidades em número de viagens para a Uber no mundo.

Fonte : Veja

 

Taxa extra na conta de luz vai subir em novembro

Taxa extra na conta de luz vai subir em novembro

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A Agência Nacional de Energia Elétrica propôs, nesta terça-feira (24), mudanças nas taxas extras cobradas na conta de luz.

Por causa da crise nos reservatórios, a bandeira de nível mais elevado deve ficar 43% mais cara.

A conta não está fechando. A Agência Nacional de Energia Elétrica diz que o dinheiro arrecadado com a bandeira tarifária, a taxa extra cobrada na conta de luz, não cobre mais o custo alto.

As bandeiras funcionam como um sinal de preço : quanto mais cara a geração de energia maior o valor da bandeira. E é justamente a taxa maior, a bandeira vermelha 2, que vai ficar mais cara já em novembro : passará de R$ 3,50 para R$ 5 a cada 100 quilowatts consumidos : um aumento de mais de 40%.

Já a bandeira vermelha 1 segue com o mesmo valor; a amarela cai de R$ 2 para R$ 1. E a verde continua em zero.

Apesar de a bandeira vermelha 1 não ter subido e a amarela ter diminuído, isso não significa conta mais barata. É que o governo mudou o jeito de calcular o chamado gatilho, o momento de acionar as bandeiras. Hoje ele leva em conta a expectativa de chuva, mas a partir de novembro, vai considerar também o nível dos reservatórios. Isso quer dizer que a taxa extra provocada pelas bandeiras amarela e vermelha pode aparecer mais vezes na conta de luz, um adicional que atingirá o bolso do consumidor com mais frequência.
“O sistema tem operado de maneira estressada, com pouca água nos reservatórios, e requerendo outras fontes de geração. Então, tipicamente térmicas, e agora mais recentemente a Aneel autorizou também a importação de energia da Argentina e do Uruguai, exatamente para tentar aliviar um pouco esse estresse pelo qual o sistema está passando”, explicou o diretor da Electra Energy, Fernando Umbria.

A agência diz que a situação dos reservatórios é crítica e há falta de chuva, o que eleva os gastos. No Sudeste e Centro-Oeste, nas usinas responsáveis pela maior parte do abastecimento do país, o nível está em 18,77%, praticamente o pior da série histórica, que foi em outubro de 2014, 18,74%. E é menor que na época do racionamento em outubro de 2001, quando o nível estava em 21%. E a previsão é piorar : em novembro, o nível desses reservatórios deve chegar a 15%. Em 2001, no mesmo mês, estava em 23,19%.

No Nordeste, o nível dos reservatórios é menos de 7%. Reservatórios baixos levam ao acionamento das termelétricas, que produzem energia mais cara. A energia gerada em hidrelétricas no Norte custa em torno de R$ 200 o megawatt/hora. Nas térmicas a óleo diesel, R$ 1,2 mil o megawatt/hora : seis vezes mais.

A Agência Nacional de Energia Elétrica diz que não há risco de racionamento. “Risco de abastecimento não tem, mas cada vez mais temos que acionar recursos termelétricos que custa muito caro”, disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino.

Fonte : Jornal Nacional – Rede Globo de Televisão

PM e Guarda Municipal vão combater fraude em vagas no Rio Rotativo

PM e Guarda Municipal vão combater fraude em vagas no Rio Rotativo

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A máfia que engana e rouba motoristas passará a ser combatida por policiais armados. A atribuição de fiscalizar as 37 mil vagas em espaços públicos da cidade deixará de ser da CET-Rio (Companhia de Engenharia de Tráfego) e ficará a cargo da Polícia Militar, da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop). O prefeito Marcelo Crivella publicará decreto no Diário Oficial nos próximos dias determinando as mudanças.

O modelo será mantido até meados do ano que vem, quando será feita licitação para escolher a empresa que assumirá a responsabilidade pelas vagas. O edital deve ser divulgado até janeiro.

As medidas temporárias têm objetivo de combater as fraudes encontradas no sistema Rio Rotativo, já que a fiscalização da CET-Rio se mostrou ineficiente.

Marcelo Crivella se reuniu com o vice-prefeito e Secretário de Transportes, Fernando Mac Dowell, e com o secretário de Ordem Pública, Paulo Cesar Amendola. Elaborou um grupo de trabalho que, ao longo desta semana, definirá os detalhes da operação.

A hora-extra dos policiais militares será paga com verba da prefeitura, por meio do Proeis (Programa Estadual de Integração na Segurança), que permite o uso de PMs em horário de folga, de modo que complementem a renda. Ainda será definido o efetivo de policiais militares, de guardas municipais e de fiscais da Seop para a tarefa. “Para combater esse esquema criminoso, os agentes da prefeitura ficariam expostos se não houvesse esse apoio da polícia, daí a necessidade do trabalho integrado”, disse fonte da prefeitura.

A Guarda Municipal cederá profissionais do departamento de trânsito. Já a Seop, entrará com a cessão de quadros e equipamentos da Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamentos e Reboques (CFER) grupo especializado, nos moldes do implementado pela secretaria para o combate a transporte irregular de passageiros.

A confecção de placas e talonário continuará a cargo da Secretaria de Transportes.

No último domingo, agentes da Guarda Municipal identificaram mais de 20 placas do Rio Rotativo com indícios de falsificação em Ipanema, Leblon, Gávea e Lagoa. As placas estavam afixadas na Praça Santos Dumont, na Gávea, na Rua Henrique Dumont, em Ipanema, na Rua Dias Ferreira, no Leblon, e na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa. Palavras escritas com grafia em língua estrangeira, adesivos colados sobre as placas e horários diferentes dos usais foram algumas características que chamaram atenção da equipe.

Após os flagrantes, os guardas registraram ocorrência na 15 ª DP (Gávea) e também farão registro na 14ª DP (Leblon), para que a perícia confirme a adulteração. Com isso, as placas serão substituídas. O flagrante também será informado à CET-Rio.

Após quatro meses de investigações, a Polícia Civil revelou esquema de fraude no Rio Rotativo. Com isso, a Guarda Municipal informou que redobrou a atenção.

A quadrilha desvendada pela Polícia Civil aumentava a cobrança com adulteração de placas e falsificava bilhetes para não pagar a parte da prefeitura. O esquema faturava R$ 200 mil por semana.

Fonte : O Dia

Tarifa aérea mais caras leva passageiro de volta ao ônibus

Tarifa aérea mais caras leva passageiro de volta ao ônibus

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Quem deseja viajar nos próximos meses precisa se planejar para não sentir no bolso a variação dos custos das passagens, especialmente as de avião. Isso porque as tarifas não caíram, ao contrário do que afirmaram as empresas aéreas quando passaram a cobrar pelo despacho de bagagens. Entre junho e setembro deste ano, a alta dos preços chegou a 35,9%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Já de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a elevação foi mais leve, de 16,9%.

Os efeitos da alta já foram sentidos pelo setor. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a quantidade de passageiros que viajaram por via aérea pelo Brasil caiu após as novas regras. Em maio, por exemplo, mês anterior à aprovação da cobrança de bagagem, 7.096.762 passageiros passaram pelos aeroportos do país. Em junho, o número caiu para 6.922.225.

Como reflexo, as pessoas tendem a buscar as viagens de ônibus que, apesar de mais demoradas, saem mais em conta e não têm limitação para bagagens.

Na rodoviária Novo Rio, por exemplo, o aumento da demanda entre julho e setembro foi de 10%. A alta já demonstra que os cariocas estão em busca de economia.

Segundo um levantamento feito pelo EXTRA entre companhias aéreas e empresas de transporte rodoviário, a diferença de preços é grande, especialmente se a compra é feita em cima da hora. Uma viagem para São Paulo, por exemplo, pode ficar salgada, se o bilhete aéreo for adquirido com apenas quatro dias de antecedência. Neste trecho, a tarifa sai por R$ 448,41, pela Avianca. Se for de ônibus, custa R$ 100,87, pela Útil.

Fonte : Jornal Extra

Cartões de crédito e débito no Metrô Rio

Cartões de crédito e débito no Metrô Rio

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O Metrô Rio passou a aceitar pagamentos em cartões de crédito e débito (Visa, MasterCard, Elo e Diners Club) nas máquinas de autoatendimento. A compra pode ser realizada em qualquer uma das 41 estações.

O bilhete unitário ou pré pago pode ser adquirido nas estações Jardim Oceânico, São Conrado, Antero de Quental, Jardim de Alah, Nossa Senhora da Paz, General Osório, Siqueira Campos (Figueiredo Magalhães), Cinelândia (Theatro Municipal), Central (Ministério do Exército) e Uruguai (Rua José Higino). Nas outras, é possível carregar e obter apenas o modelo pré-pago.

As bilheterias, no entanto, seguem aceitando apenas a forma de pagamento com notas e moedas.

Fonte : Jornal Extra

 

Multas de trânsito poderão ser parceladas no cartão de crédito

Multas de trânsito poderão ser parceladas no cartão de crédito

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira (18) uma resolução que permite o pagamento de multas de trânsito com cartões de crédito ou débito.

O valor até poderá ser parcelado, mas com a devida cobrança de juros pela operadora financeira do cartão, como quando as compras a prazo não são parceladas pela própria loja.

A resolução já está em vigor, mas cada órgão de trânsito ainda precisa habilitar as operadoras de cartões para oferecer o serviço, que não é obrigatório.

Alguns Detrans e prefeituras já fazem parcelamentos por meio de documentos de arrecadação, geralmente com pagamento do primeiro boleto da dívida na hora da assinatura do termo de adesão.

De acordo com o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Elmer Vicenzi, muitos proprietários faziam este tipo de parcelamento apenas para regularizar o veículo, obter o licenciamento ou permitir a realização de transferência, mas depois não pagavam o restante das parcelas.

Com a nova regra, cada órgão de trânsito (Detrans, prefeituras, Polícia Rodoviária, Der e Dnit) poderá habilitar empresas financeiras para oferecer a alternativa de pagamento por cartão e quitar dívidas dos proprietários de veículos.

Como o parcelamento será totalmente entre a operadora do cartão e o proprietário, o órgão de trânsito continuará recebendo o valor à vista, e a regularização do veículo será imediata – não será necessário esperar até a última parcela.

Antes, somente multas aplicadas em veículos registrados no exterior poderiam ser arrecadadas com cartões de crédito ou débito.

Fonte : G1

 

Ato do governo do Rio de Janeiro barra vistoria anual sem IPVA pago

Ato do governo do Rio de Janeiro barra vistoria anual sem IPVA pago

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O governo do estado publicará hoje, no Diário Oficial, um ato suspendendo os efeitos da lei promulgada pela Alerj, que permite a vistoria de veículos pelo Detran-RJ, mesmo sem a quitação do IPVA.

O ato atribui um efeito normativo ao parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ), que considera inconstitucional a permissão para que um motorista faça a inspeção anual, mesmo que esteja inadimplente. O governo também é contra a autorização para o parcelamento do imposto pelos servidores.

Pelo parecer do procurador geral do estado, José Carlos Vasconcellos dos Reis, as leis 7.718 e 7.717 são inconstitucionais, por tirarem da União o direito único de legislar sobre trânsito. Além disso, ele alega que a Lei 7.717 cria tratamento desigual entre os contribuintes.

Segundo a lei, enquanto durar a situação de calamidade financeira e houver atraso no pagamento de salários ao funcionalismo, os servidores estaduais poderão pagar o IPVA em até dez parcelas, sem juros.

Além do ato que suspenderá os efeitos das duas leis no estado, o governo do Rio propôs, na segunda-feira, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido liminar, pedindo a suspensão de ambas.

A polêmica sobre a vistoria veicular começou há 12 dias, quando a Alerj derrubou o veto de Luiz Fernando Pezão à lei de autoria do deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB). O governador era contra a permissão para inspeção veicular sem pagamento do imposto. Ontem, o parlamentar entrou com um oficio na 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa no Ministério Público Estadual, sugerindo que o órgão tome as medidas cabíveis no sentido de fazer o Detran-RJ cumprir a lei.

Além disso, destacou ele, o ato do governo se sobrepõe às atribuições do Tribunal de Justiça do Rio e do STF, que têm a competência de julgar a lei inconstitucional ou não. Hoje, ele deverá apresentar um decreto legislativo na Alerj, com o objetivo de barrar os efeitos do ato.

Fonte : Jornal Extra

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