Governo agora diz que saque do PIS priorizará idosos

Governo agora diz que saque do PIS priorizará idosos

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O Ministério do Planejamento informou, ontem, que trabalhadores mais idosos terão prioridade no saque do PIS/ Pasep.

Com a redução da idade mínima para saques na cota do abono, cerca de quatro milhões de trabalhadores, que já poderiam sacar o benefício imediatamente por já terem idade igual ou superior a 70 anos, agora terão que aguardar até seis meses, obedecendo ao calendário que irá de outubro a março de 2018.

A medida foi anunciada na semana passada a e prevê a diminuição da idade mínima para 62 anos, no caso das mulheres, e 65 anos para homens.

O calendário de atendimentos deve ser divulgado no próximo dia 15.

A média mensal de retiradas deve saltar de R$ 104 milhões para R$ 2,6 bilhões.

Em nota, o órgão informou que Caixa e Banco do Brasil já se preparam para solicitações. A expectativa é que os bancos recebam um volume de solicitação de saques de 1,3 milhão por mês.

Fonte : Jornal Extra

Trabalhador já pode conferir quanto recebeu a mais na conta do FGTS

Trabalhador já pode conferir quanto recebeu a mais na conta do FGTS

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Os trabalhadores já podem conferir quanto foi depositado de extra de rendimentos na conta do FGTS. A distribuição do lucro de 2016 do fundo, que vai contemplar 88 milhões de pessoas, começou a ser feita.

De acordo com informações da Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS, os repasses serão proporcionais aos valores de cada conta, e o montante médio dos depósitos será de R$ 29,62.

Para saber quanto tem na conta o trabalhador não precisa se dirigir a uma agência da Caixa, pela internet é possível criar uma senha e ter acesso à conta do FGTS. Para realizar esse cadastro é preciso ter em mãos RG, CPF, título de eleitor e o PIS. Para fazer o cadastro pelo site basta acessar www.caixa.gov.br/extrato-fgts.

Nessa página é preciso informar o número do PIS e logo depois clicar em cadastrar a senha. Em seguida abrirá uma outra aba com o regulamento para acessar o sistema, caso concorde, marque aceito. Uma outra aba será aberta, nela é preciso preencher todos os campos com os dados pessoais.

Nessa fase do cadastro, o trabalhador terá que informar o número do título de eleitor. Quase lá : a senha pode ser criada com até 8 dígitos. Clique em confirmar. Para validar o acesso preencha os campos e aperte em OK. Pronto. Você já pode consultar o seu extrato do FGTS. Mas atenção : por questões de segurança, em todas essas operações é preciso marcar “não sou robô”.

O trabalhador ainda tem a opção de ligar gratuitamente para 0800 726 2017. A Caixa Econômica Federal informou que 245,7 milhões de contas receberão a grana extra. O cálculo será feito sobre o saldo das contas em 31 de dezembro de 2016.

Com isso, o índice de reajuste será de 7,14% em cima do saldo que estava nas contas até dezembro passado. Se essa liberação não acontecesse, os valores seriam corrigidos como determina a lei: juros de 3% ao ano mais TR (Taxa Referencial), ficando em 5,11%.

A assistente administrativa Daniele Vitória Quirino, 34 anos, recebeu por torpedo a informação que o rendimento extra do FGTS foi creditado em sua conta. Há 14 anos com carteira assinada, ela está cadastrada no sistema da Caixa desde 2013 e todo mês chega em seu celular por mensagem os dados sobre depósito do fundo e os juros.

Daniele disse que foi surpreendida com o aviso que de os valores entraram na conta vinculada. “Tudo que vem para acrescentar é bom, apesar de o valor ter sido baixo”, afirmou.

Fonte : O Dia

Projeto de reforma tributária propõe cobrança de impostos sobre a renda

Projeto de reforma tributária propõe cobrança de impostos sobre a renda

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A Câmara dos Deputados está discutindo uma proposta de reforma tributária em que a cobrança de impostos seria concentrada mais na renda do que no consumo.

O sistema tributário brasileiro concentra a arrecadação sobre o consumo em vez da renda, um modelo que sobrecarrega os mais pobres e recebe críticas generalizadas por ser burocrático, confuso e de custo alto para governo e empresas.

A proposta que está sendo discutida na Câmara unifica impostos e simplifica a legislação com um compromisso: não aumentar a carga tributária. O aumento sobre a renda e o patrimônio seria compensado por uma redução na carga tributária sobre o consumo.

A cobrança dos impostos seria online, na hora em que se paga pela mercadoria. O dinheiro seria separado e enviado imediatamente para os cofres públicos, o que diminuiria a sonegação.

Vários impostos seriam extintos, como ICMS, IPI, PIS, Pasep, Cofins, ISS e o Salário Família. No lugar deles, entraria o imposto sobre valor agregado, IVA, em dois modelos.

Um IVA seletivo sobre combustíveis, energia elétrica, bebidas, aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, veículos, supérfluos e telecomunicações. O outro IVA seria cobrado sobre os demais produtos de consumo, como roupas, calçados, móveis, utilidades domésticas.
Remédios, alimentos, máquinas e equipamentos não pagariam o IVA. Seguindo a tendência mundial, os produtos de exportação também ficariam isentos de impostos.

O imposto de renda passaria por uma total reformulação. Incorporaria a contribuição sobre o lucro líquido das empresas e teria um peso maior sobre os mais ricos.

O governo federal, estados e municípios passariam a dividir impostos que hoje são exclusivos de um deles, o que sempre gerou disputas políticas. O relator da proposta diz que a reforma ajudará na retomada do crescimento do país.
“Ao zerar os impostos de máquinas e equipamentos, ao zerar os impostos de comida, de remédio, zerar os impostos na exportação, porque ainda há resíduos, ao reordenar o sistema simplificado, um IVA, um seletivo e imposto de renda, cobrança eletrônica, as empresas vão ganhar musculatura. Vão ter um sistema simples, vão se livrar da guerra fiscal. Vai trazer vantagens competitivas para nossas empresas, que voltarão a empregar e o Brasil vai voltar a crescer”, disse o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), relator.

Fonte : Jornal Nacional – Rede Globo de Televisão

Operadoras cobram por serviço não contratado

Operadoras cobram por serviço não contratado

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Créditos que somem ou cobranças não identificadas na conta do celular. Esses são alguns dos indícios de que o consumidor pode estar sendo vítima de um desconto indevido, por serviços não contratados.

Só no ano passado, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), a receita das operadoras Vivo, Oi e Tim foi de R$ 8,8 bilhões somente com o chamado Serviço de Valor Adicionado (SVAs).

Na prática, são aplicativos pagos de jogos, horóscopos, notícias, futebol, cursos de idiomas, backup de arquivos, entre outros, que o cliente não sabe que contratou.

Cerca de 390 mil reclamações foram registradas na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre cobranças de SVAs, em 2016.

Para especialistas o maior desafio para o consumidor é conseguir identificar a cobrança irregular.
— Na pressa, a pessoa acaba não verificando. As siglas são complicadas e muitas vezes são valores pequenos : R$ 13,99, por um serviço, R$ 0,99, por outro — observa Sônia Amaro, advogada da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

Além da dificuldade de perceber a cobrança, quando o cliente tenta cancelar o serviço, ainda enfrenta, em muitos casos, a negativa das operadoras.

No caso da administradora Kátia Aquino, de 56 anos, foram seis meses até que houvesse cancelamento e ressarcimento dos valores.
— Chamou a minha atenção a sigla Promo TV na fatura do celular e, ao questionar a cobrança, a atendente disse que não seria possível interromper. Argumentei que eu não havia contratado o serviço e, mesmo assim, a empresa se recusou a retirar. Depois de meses de cobrança indevida, eu me neguei a pagar a fatura e minha linha foi cancelada. O problema só foi resolvido após queixa na Anatel — disse Kátia.

Fonte : Jornal Extra

 

Idoso poderá sacar PIS entre outubro de 2017 e março de 2018

Idoso poderá sacar PIS entre outubro de 2017 e março de 2018

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Quem tem direito aos valores das cotas do fundo PIS/ Pasep terá seis meses para retirar o dinheiro.

Conforme consta da Medida Provisória (MP) 796, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de ontem, o prazo começa em outubro de 2017 e se encerra em março de 2018.

Terá direito ao saque mulheres a partir dos 62 anos e homens, a partir dos 65.

Antes, o saque era permitido a partir dos 70 anos.

Segundo a Caixa Econômica Federal, apesar de o cronograma de saque ainda não estar definido, o pagamento deverá ser feito conforme o calendário de pagamento do abono, de acordo data de aniversário do trabalhador. Ainda segundo a Caixa, o anúncio oficial do calendário deve sair no começo de setembro.

O crédito será disponibilizado para os cotistas na folha de pagamento ou de forma automática em conta de depósito, conta poupança ou outra forma de pagamento de titularidade para os cotistas. Segundo o Ministério do Planejamento, em junho de 2016, o saldo médio por cotista era de R$ 1.187. A maioria das pessoas tem pelo menos R$ 750 a serem resgatados.

Têm direito ao saque apenas pessoas que contribuíram para o Pasep ou o PIS até 4 de outubro de 1988 e que já não tenham efetuado o resgate total de seus saldos. Quem começou a contribuir depois dessa data não tem recursos a sacar.

Como várias pessoas não se lembram mais se têm recursos a serem sacados, o governo deve iniciar uma campanha informativa. O pagamento é feito pela Caixa Econômica (para iniciativa privada) e pelo Banco do Brasil (para servidores públicos).

Fonte : Jornal Extra

Crivella terá que negociar para aprovar IPTU

Crivella terá que negociar para aprovar IPTU

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Um dia depois de o prefeito Marcelo Crivella conseguir aprovar em primeira discussão, por 32 votos a 18, o projeto que muda as regras de cobrança do IPTU e do ITBI, o clima favorável ao governo mudou na Câmara do Rio de Janeiro.

Nove vereadores condicionaram ontem a manutenção de apoio ao texto à aprovação de uma série de emendas para reduzir o impacto do reajuste no bolso dos contribuintes.

Entre as propostas do grupo estão a definição de tetos para reajustes, o parcelamento do aumento do tributo em três anos, a ampliação do número de isentos e a redução da alíquota proposta para imóveis comerciais.

O resultado é que, ontem, a prefeitura só tinha 23 dos 26 votos necessários para aprovar as mudanças em segunda discussão. Diante disso, o líder do governo, Paulo Messina (PROS), decidiu adiar a votação final por 24 horas (do dia 30 para 31 deste mês) para ter tempo de negociar com os vereadores.

A proposta da prefeitura prevê que, com as mudanças, o valor do IPTU possa aumentar até 70%, em média, para contribuintes com imóveis residenciais em bairros como Santa Teresa, Centro e Zona Portuária.

Na cidade toda, o reajuste médio seria de 36%, segundo dados da própria Secretaria municipal de Fazenda.

Já a Fecomércio fez simulações em relação aos imóveis comerciais e concluiu que há casos em que o imposto pode ser reajustado em até 153%.

Na lista de vereadores que só manterão o voto a favor do projeto caso as regras sejam mudadas, estão : Alexandre Arraes (PSDB), Alexandre Isquierdo (DEM), Dr. Jairinho (PMDB) , Rafael Aloísio de Freitas (PMDB), Thiago K. Ribeiro (PMDB) e William Coelho (PMDB). Eles apresentaram as sugestões a técnicos da Secretaria de Fazenda que passaram a tarde no Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo carioca.

Paulo Messina garantiu que o governo está aberto a negociações :

— É perfeitamente possível discutir emendas ao projeto. Tanto que vamos adiar a votação final para que as sugestões sejam estudadas pela Fazenda.

Uma das propostas do grupo é limitar entre 15% e 40% o reajuste máximo do IPTU. Imóveis mais novos, construídos a partir de 2003, teriam um aumento menor (15%) porque o valor que atualmente a prefeitura cobra de imposto está mais atualizado.

Aqueles construídos entre 1998 e 2002 teriam o imposto reajustado em, no máximo, 30%. O teto de 40% seria aplicado para imóveis edificados até 2007.

Além disso, em lugar de parcelar o reajuste em dois anos (2018 e 2019), como quer o governo, o repasse ao contribuinte seria em três etapas: 50% no ano que vem; 30% em 2019; e, finalmente, 20% em 2020.

O vereador Alexandre Arraes (PSDB) explicou que o grupo também reivindica que não haja correção monetária para o IPTU de 2018 por conta do impacto financeiro que o reajuste já terá para o contribuinte. Anualmente, o imposto é corrigido pelo IPCA-E.

O grupo também sugeriu que o ITBI seja fixado em 2,5% e não em 3%, como quer a prefeitura. E que o imposto possa ser parcelado em 12 vezes.

Por enquanto, o que o governo já concordou é com uma emenda que prevê que os imóveis com valor venal de até R$ 55 mil (cerca de R$ 300 mil pelo valor de mercado) fiquem isentos do imposto. A proposta original de Crivella era estabelecer em R$ 40 mil (cerca de R$ 200 mil em valor de mercado) o limite das isenções.

A bancada do PSOL, cujos seis vereadores votaram contra o projeto, se reuniu à parte com os técnicos da Fazenda. O vereador Paulo Pinheiro disse que o partido vai insistir na proposta de adoção de alíquotas progressivas, tornando o imposto mais caro para imóveis mais valorizados. Pinheiro também espera respostas para pontos que considera obscuros :

— O projeto prevê que 21.532 imóveis residenciais da Zona Sul e da Grande Tijuca terão imposto reduzido. Na Barra, no Recreio e em Jacarepaguá, outros 16.551 residencias. Enquanto isso, em áreas mais carentes da Zona Oeste, somente 2.029 imóveis terão o imposto reduzido. Queremos entender o motivo.

Fonte : O Globo

Aumento médio do IPTU residencial pode chegar a 70%

Aumento médio do IPTU residencial pode chegar a 70%

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O IPTU cobrado de imóveis residenciais no Rio de Janeiro sofrerá um reajuste médio que pode chegar a 70% no Centro, caso o projeto do prefeito Marcelo Crivella seja aprovado pela Câmara Municipal.

Em média, para os 999.699 contribuintes que já pagam o imposto, o reajuste será de 36%.

As informações constam de um estudo da Secretaria municipal de Fazenda feito a pedido de PSOL. O percentual de 70%, em média, atingiria imóveis da região conhecida como AP-1, que inclui Centro, Rio Comprido, São Cristóvão e Santa Teresa.

Na Zona Sul, o aumento médio proposto é de 48%, enquanto que, na AP-4 (Barra, Recreio e Jacarepaguá), pode chegar a 19,1 %.

Ontem à noite, os vereadores aprovaram o projeto em primeira discussão, sem emendas, por 32 votos a 18.

O texto prevê que o aumento seja repassado em parcelas iguais em 2018 e 2019. Ao todo, 239.307 contribuintes residenciais também vão passar a recolher o imposto. Deste total, 21.538 são de Copacabana e 9.904, da Tijuca. A explicação para a redução do número de isentos é que as regras atuais de cobrança, em vigor desde 1999, preveem que todo imóvel com até cem metros quadrados e valor de mercado estimado em até R$ 260 mil tem direito a um desconto de 40% no imposto e na taxa de coleta de lixo (paga no mesmo carnê do IPTU). Caso o valor final fique abaixo de R$ 96, o contribuinte é automaticamente declarado isento. O novo projeto acaba com a isenção por metragem.

O reajuste será elevado porque desde 1997 a prefeitura não atualiza a chamada Planta de Valores, que estima o preço do metro quadrado em toda a cidade e serve de parâmetro para calcular o imposto.

Mesmo com as mudanças na regras, cerca de 40% dos mais de 1,9 milhão de imóveis da cidade (760 mil, incluindo residenciais, comercias e terrenos) ainda ficarão livres do imposto. Hoje 60% dos imóveis (cerca de 1,1 milhão) não recolhem o tributo ou só pagam a taxa de coleta de lixo.

Em relação a imóveis comerciais, a prefeitura não divulgou simulações de percentuais de reajuste. A Fecomércio, no entanto, fez um estudo que foi entregue ontem aos vereadores. Pelas projeções da entidade, o reajuste de imóveis comerciais pode chegar a 153% na Barra; a 162% em Campo Grande; e a 118% em Madureira. Procurada, a Secretaria de Fazenda não comentou os dados.
— A situação do comércio já é muito difícil hoje. Muitos comerciantes mal conseguem pagar o aluguel e vão ter que arcar com um reajuste substancial. Uma proposta como esta tem que ser discutida de forma mais aprofundada, o que até agora não aconteceu. Não há necessidade de pressa — disse Natan Schiper, diretor da Fecomércio, lembrando que o prazo final para o projeto ser aprovado e entrar em vigor no ano que vem é o dia 30 de setembro.

Com as mudanças, a prefeitura quer arrecadar R$ 600 milhões a mais com o IPTU. O projeto também prevê um aumento de 2% para 3% da alíquota do ITBI, cobrado em transações imobiliárias, o que, segundo estimativas do município, pode gerar mais R$ 300 milhões de receita a partir de 2018.

Ontem à tarde, os vereadores apresentaram às comissões temáticas da Casa várias propostas de emendas. A bancada governista vai analisar as sugestões em conjunto com técnicos da Secretaria de Fazenda, para decidir quais teriam a chancela de Crivella.

Pelo cronograma elaborado pelo líder do governo, Paulo Messina (Pros), o projeto será debatido em audiência pública na próxima segunda-feira. Já a votação final será na quarta-feira, dia 30.

Algumas propostas já são estão previamente aprovadas. Uma delas, apresentada por vereadores com bases eleitorais nas zonas Norte e Oeste, tem o objetivo de manter a isenção para conjuntos habitacionais de baixa renda. Há também a proposta do vereador Fernando William (PDT) para limitar o teto do reajuste a 60%.

O vereador e ex-prefeito Cesar Maia (DEM) sugeriu fixar o reajuste do imposto em, no máximo, 10% e que o aumento só seja válido a partir de 2019.

A bancada do PSOL também apresentou uma série de emendas. Uma delas prevê a aplicação de alíquotas progressivas, conforme o valor de mercado dos imóveis. Integrante da bancada, Paulo Pinheiro diz que o objetivo é diminuir o impacto do aumento entre os moradores de menor poder aquisitivo. Ele observa, por exemplo, que o reajuste chega a 41,8% na Zona Norte e a 36,3% na Zona Oeste.

Por sua vez, Leandro Lyra (Novo) defende uma proposta que prevê a universalização da cobrança do imposto, com base na capacidade contributiva, sem que haja um aumento real na arrecadação.

Em um esforço para tentar convencer os vereadores a votarem a favor do projeto, Paulo Messina citou dados sobre a arrecadação do IPTU.
— Em 2000, o IPTU representava 33% dos impostos arrecadados pela prefeitura. Hoje, esse percentual está em 20%. Além da Planta de Valores não ser atualizada há anos, o valor real que é cobrado diminui à medida que os imóveis envelhecem. É preciso fazer a atualização — disse Messina.

Entre os que são contrários ao projeto está o presidente da Comissão de Assuntos Urbanos, vereador Chiquinho Brazão (PMDB) :
— Aumentar imposto agora só vai estimular a inadimplência.

Fonte : O Globo

Reforma tributária começa a ser discutida

Reforma tributária começa a ser discutida

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Sem alterar a estrutura da tributação brasileira que cobra mais impostos sobre o consumo do que sobre a renda, a nova proposta de reforma tributária patrocinada pelo governo Michel Temer será apresentada hoje na comissão especial da Câmara dos Deputados. Chamada apenas de “simplificação tributária” pelo próprio Planalto, o principal efeito da proposta é unificar tributos atuais e criar uma plataforma eletrônica de recolhimento de novo tributos, reduzindo custos burocráticos para as empresas e combatendo a sonegação.

O relator da proposta, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), entregará a minuta do projeto de criação do Imposto de Valor Agregado (IVA) seguindo o modelo clássico europeu, que ocupará o lugar de uma série de tributos cobrados na produção e no consumo. O novo imposto substituirá o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o PIS/Cofins, a Cide, o Salário Educação, o Imposto sobre Serviços (ISS) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) seria extinto.

O novo tributo seria recolhido pelos Estados, mas setores estratégicos teriam um IVA seletivo sob responsabilidade federal. Esse seria o caso do imposto cobrado nas áreas de energia elétrica, combustíveis e derivados, comunicação, minerais, transportes, cigarros, bebidas, veículos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, pneus e autopeças.

A proposta também prevê que os impostos sobre os rendimentos – Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) – sejam fundidos em um único tributo. A tributação sobre propriedade e as contribuições para a Previdência não seriam alteradas.

“Ao simplificar o sistema, a arrecadação será preservada para a União, os Estados e os municípios, enquanto o setor produtivo será estimulado. Haverá um choque positivo para a atividade econômica e para o emprego que são o que impulsiona as receitas”, defende Hauly.

O relator prevê que o IVA para alimentos, remédios, exportações e máquinas e equipamentos seja zerado. Ainda assim, estima, a carga tributária geral da economia brasileira continuará nos atuais 35% do PIB. Segundo ele, é possível aprovar este ano a reforma e os 11 projetos de lei necessários para colocá-la de pé. “Há um consenso de que o País não pode continuar refém das receitas extraordinárias para fechar as contas todos os anos. Com a reforma, o PIB voltará a crescer”, completa.

Fonte : O Estado de S.Paulo

Idoso que nunca contribuiu ao INSS pode receber R$ 937

Idoso que nunca contribuiu ao INSS pode receber R$ 937

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Idosos a partir dos 65 anos e deficientes físicos ou deficientes intelectuais de qualquer idade podem receber do INSS um salário mínimo mensal, atualmente em R$ 937, sem nunca ter contribuído para a Previdência Social.

Isso porque o governo federal mantém para esse grupo de pessoas um benefício assistencial.

É o Benefício da Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/ Loas), que está garantido a quem tem baixa renda. Pode ser buscado diretamente em uma agência do INSS. Porém, é preciso ficar atento aos diversos requisitos para conseguir o auxílio.

No caso do benefício para os idosos, além do critério da idade (mais de 65 anos), há a condição de ter renda familiar inferior a um quarto do salário mínimo vigente por pessoa, ou seja, R$ 234,25.

O idoso também não pode receber qualquer outro benefício da Seguridade Social ou de outro regime, inclusive o seguro-desemprego.

Já para o deficiente obter esse auxílio, é preciso estar impossibilitado de participar de forma ativa na sociedade e em igualdade de condições com as demais pessoas. Nesses casos, os beneficiários passam por perícia.

O advogado previdenciário Murilo Aith destaca que, muitas vezes, pessoas que precisam da renda deixam de receber por desconhecerem as regras ou até a existência do benefício.

— É um benefício assistencial, por isso, não é necessário que o idoso ou deficiente tenha contribuído ao INSS. Sua função é dar renda mensal a quem não tem condições de trabalhar, no caso de deficientes e, no caso dos idosos, complementar uma renda familiar. É um auxílio de caráter alimentar, porém, muitas vezes, deixa de ser concedido porque as pessoas não sabem que têm direito — explica.

Fonte : Jornal Extra

INSS libera consulta a extrato do 13º salário de aposentados

INSS libera consulta a extrato do 13º salário de aposentados

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) libera hoje a consulta ao extrato das aposentadorias e pensões de agosto.

No documento, também será possível conferir o valor da primeira parcela do 13º salário.

Conforme informou o governo federal, os valores começam a ser depositados para os segurados a partir do dia 25 deste mês, e o calendário segue até o dia 8 de setembro, de acordo com o número do final do benefício, o Número de identificação Social (NIS).

De acordo com a Previdência Social, os segurados já devem conseguir consultar o extrato a partir de hoje, porém, o banco de dados estará totalmente disponível para todos os 29,4 milhões de beneficiários até o dia 25, quando começam os pagamentos.

Quem quiser conferir os valores deve fazer a consulta pela internet, pelo portal Meu INSS, no endereço meu.inss.gov.br.

Para ter acesso ao serviço, o aposentado ou pensionista precisa cadastrar uma senha para acessar o novo sistema de serviços do INSS. Há relatos de segurados que têm tido dificuldade para conseguir o acesso. A dica é esperar alguns minutos e tentar novamente.

O adiantamento da primeira parcela do 13º salário foi confirmado pelo governo em decreto publicado no final de julho, no Diário Oficial da União. A antecipação é feita desde 2006 aos aposentados e pensionistas. Vale lembrar que a primeira parcela não tem desconto do Imposto de Renda (IR). Os valores só serão descontados na segunda, que é depositada em novembro e dezembro pelo INSS.

Aposentados e pensionistas, em sua maioria, receberão 50% do valor do benefício. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro.

Fonte : Jornal Extra

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